CHO BM: Alunos do Curso de Habilitação a Oficiais visitam empresa de fornecimento de GLP

3 de novembro de 2016 - 19:07

Os alunos do Curso de Habilitação a Oficiais do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CHO BM/2016) visitaram uma empresa do segmento de fornecimento de gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido popularmente como gás de cozinha, localizado no município de Caucaia. A visita técnica faz parte do cronograma de atividades da disciplina de “Intervenção em Emergências com Produtos Perigosos” e objetivou apresentar aos subtenentes os cuidados e procedimentos que devem ser utilizados em locais com grande concentração de gases explosivos.


O instrutor da disciplina, Major BM Francisco Cláudio de Oliveira, ressalta a importância da visita para os alunos do CHO BM. “São estes oficiais que irão comandar os futuros atendimentos e esta não é um tipo de ocorrência que resolve de imediato, requer muito conhecimento e um certo tempo para poder conter o vazamento, então aqui eles conheceram as propriedades do GLP, a sua composição, os tipos de vasilhames de armazenamento do GLP, os caminhões que transportam esses produtos, como é que deve ser a abordagem do caminhão, as válvulas de segurança que existem para ser acionadas, como se aproximar,  como combater o fogo e como atuar em caso de ocorrer um  incêndio em locais com grande concentração de material explosivo”, explicou o oficial.


Durante a visita, os 27 discentes conheceram as instalações da empresa e acompanharam todo o processo de envasamento e distribuição do gás, além das normas e procedimentos de segurança do local.


Para o aluno do grupo 4 do CHO BM,  subtenente José Belrandi de Freitas, que atua há 25 anos no corporação, a visita foi uma oportunidade de ampliar os conhecimentos e reforçar o poder de atuação dos futuros oficiais bombeiros. “Esta é uma instrução de grande valia para nós, porque apesar de já termos experiências com ocorrências de GLP, muitos ainda não tinham tido a oportunidade de ver realmente na prática como é que funciona uma empresa que trabalha com esse tipo de material. Nós conhecemos toda a parte operacional da empresa, desde a chegada até a saída do botijão, como funciona realmente passo a passo”, enfatizou.

Fonte: AESP